25 de janeiro

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Foto: Adalberto Carvalho – Administrador Regional do Núcleo Bandeirante

Adalberto Carvalho, 50 anos, nasceu, cresceu e sempre morou no Núcleo bandeirante (Nova Divinéia). É sargento da reserva da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF). Formado em Segurança e Ordem Pública pela Universidade Católica de Brasília (UCB), pós-graduado em Gestão Pública e Docência Ensino Superior- Centro Universitário (UDF) além de ser pós-graduado em Análise e Marketing Político pela Faculdade Republicana é ainda bacharelando em Direito (UNIPLAN). Participou ativamente dos Conselhos de Planejamento, Transporte, Saúde e segurança do Núcleo Bandeirante. Tem como missão na sua administração melhorar a qualidade de vida dos moradores para que a comunidade se sinta valorizada e satisfeita em morar no Núcleo Bandeirante. Está sempre com a mão na massa e tem como objetivo investir da melhor forma a Segurança pública, gerar emprego e renda, saúde, trabalho social, habitação,  lazer, esporte e valorização da Comunidade.
O Núcleo Bandeirante é uma cidade-satélite do Distrito Federal. Conhecido anteriormente como ¨Cidade Livre¨, foi a primeira ocupação dos candangos, sendo posteriormente urbanizada e tornando-se uma das cidades-satélites do Distrito Federal.
 
A cidade é uma das localidades mais tradicionais do Distrito Federal. A área onde hoje se localizam o Núcleo Bandeirante, a Candangolândia (Velhacap) e o Museu Vivo da Memória Candanga (ex-Hospital Juscelino Kubitschek de Oliveira ou Hospital do IAPI) constituiu um dos principais núcleos anteriores à inauguração de Brasília. Esta área formava um conjunto em que cada local cumpria uma função dentro do contexto da construção da nova capital federal. A Velhacap, posteriormente denominada Candangolândia, tinha função administrativa; o Núcleo Bandeirante, função comercial e o HJKO, função hospitalar. Definindo-se o papel que cada núcleo desempenhou nesse contexto, a velha discussão sobre onde nasceu Brasília dismistifica-se. As duas localidades surgem ao mesmo tempo e possuem a mesma importância histórica.
 
Como parte das obras de infra-estrutura necessárias à construção de Brasília, foram abertas pela Novacap, no final de 1956, as principais avenidas do Núcleo Bandeirante, mais tarde conhecido como Cidade Livre. O local em que foi implantada a cidade, fora do perímetro do Plano Piloto, pertencia às fazendas goianas Bananal, Vicente Pires e Gama. O loteamento estava destinado a ter uso exclusivamente comercial e por esse motivo não eram fornecidos alvarás para residências. Sua existência estaria limitada ao período da construção de Brasília (1956-1960). Os lotes foram cedidos em sistema de comodato, isto é, a escritura não era definitiva e deveriam ser devolvidos à Novacap no final de 1959. Para incentivar a vinda de comerciantes para a região a localidade também estava livre do pagamento de impostos. Daí a origem do nome Cidade Livre.
 
No Núcleo Bandeirante foram concentradas as atividades de prestação de serviços e comércio. Em 1957, de acordo com o recenseamento, já existiam armazéns de secos e molhados, casas de tecidos, restaurantes, barbearias, tinturarias, marcenarias, açougues, farmácias, escolas (duas), cinema, bares, pensões e hotéis. Estes últimos, mesmo em madeira, ofereciam o conforto de colchões de molas. Também foram implantados locais para os cultos religiosos como uma igreja batista, um local para cultos kardecistas e uma igreja católica. Destes, ficou mais conhecida a Igreja São João Bosco, cujo pároco, o Padre Roque Viliati, é sempre lembrado na história da cidade pelos trabalhos desenvolvidos na comunidade.
 
Com a aproximação da inauguração de Brasília, em abril de 1960, começavam os boatos de desmontagem da Cidade Livre. Teve início, então, um movimento de moradores e usuários da cidade que reivindicavam a sua fixação, contrariamente ao estipulado pela Novacap. O Movimento Pró-Fixação e Urbanização do Núcleo Bandeirante (MPFUNB), foi apoiado por Jânio Quadros em sua campanha presidencial. Depois das eleições, ele posicionou-se contrariamente à fixação. O Núcleo Bandeirante sofreu, então, intenso controle sob o comando do prefeito de Brasília, Paulo de Tarso, que previa, entre outras formas de controle, a transferência dos moradores das invasões para as cidades satélites do Gama e Taguatinga, já inauguradas, e também a demolição das edificações. O grande número de incêndios verificados nesse período na cidade foi apontado pelas pessoas que viveram essa época como criminosos. Muitos acreditavam que se tratava de uma estratégia para enfraquecer o movimento de fixação.
 
Como resposta às investidas oficiais, o movimento alcançou alto índice de organização congregando diferentes categorias de trabalhadores como hoteleiros, professores, donas-de-casa, comerciantes, moradores, estudantes e trabalhadores do Sindicato dos Trabalhadores da Indústria, Construção Civil e Imobiliária de Brasília. O Movimento lançou mão de diferentes estratégias de pressão, desde a articulação com creches para abrigar crianças e cursos de alfabetização, até a propaganda explícita, além dos comícios e articulação com alguns parlamentares, que na época se sensibilizaram com a situação.
 
A vitória do movimento ocorreu com a fixação da cidade, por meio da Lei nº 4.020, de 20/06/61, do Congresso Nacional, no governo João Goulart, pois, nessa época, Brasília não possuía autonomia política. A partir de então, o Movimento passou a lutar pela implantação da infra-estrutura necessária a uma cidade: água, luz, rede de esgoto, pavimentação, entre outros.
 
Percebe-se, portanto, que o imenso esforço da sociedade civil organizada e dos movimentos sociais, ocasionou de forma próspera para a consolidação do Núcleo Bandeirante como local de moradia aos que vivem na cidade. Trata-se de um esforço conjunto, da comunidade, que criou vínculos cooperativos para que a cidade pudesse se tornar o que é hoje.
 
A infra-estrutura da cidade foi sendo implantada ao longo da década de 60, momento em que as edificações de madeira vão sendo substituídas, aos poucos, por edificações de alvenaria. Em 1964, o Núcleo Bandeirante passou a integrar a Região Administrativa de Brasília, incluindo-se também nesta área a atual Região Administrativa da Candangolândia. Durante a década de 70, o Núcleo Bandeirante Tradicional (área relativa à Avenida Central, 2ª e 3ª Avenidas) já estava quase todo urbanizado; invasões remanescentes da época da construção.
 
Em 1989, o Núcleo Bandeirante passou a compor a Região Administrativa VIII, englobando a Candangolândia e o Riacho Fundo, com uma área de 143,43 km². Em 1994, estas duas localidades são transformadas nas RA XIX e XVII e o Núcleo Bandeirante teve sua área reduzida para 82,32 km².
 
Compõem o Núcleo Bandeirante hoje, os seguintes setores: Núcleo Bandeirante Tradicional, Metropolitana, Setor de Mansões Park Way, Setor Industrial Bernardo Sayão, Setor de Postos e Motéis Sul (EPIA), Setor de Postos e Motéis Sul (Rodovia Brasília/Anápolis- EPNB), Setor Placa da Mercedes, Área de Desenvolvimento Econômico, Núcleos Rurais Vargem Bonita, Córrego da Onça, Colônias Agrícolas NB1, NB 2, Coqueiros, Arniqueira (parte) e Bernardo Sayão. 
 
Principais pontos turísticos do Núcleo Bandeirante: Casa do Pioneiro, a estação ferroviária Bernardo Sayão, Paróquia Dom Bosco e Museu Vivo da Memória Candanga. 
Administrador Regional
Adalberto Ferreira de Paula Carvalho
Telefone: 98279-0202 ou 3550-6228 (RAMAL 8004)
 
Assessoria de Gabinete
Karem Karoline Silva Correia
Telefone: 98199-1246 ou 3550-6228 (RAMAL 8004)
E-mail: admregional@bandeirante.df.gov.br
 
Chefe de Gabinete
Welby Dias de Oliveira
Telefone:  3550-6228 (RAMAL 8006)
welby.oliveira@bandeirante.df.gov.br
 
Assessoria de Comunicação (ASCOM)
Ana Carine
Telefone: 3550-6228 (RAMAL 8005)
Email: ascom@bandeirante.df.gov.br
 
Assessoria de Planejamento (ASPLAN)
Igor Vicente Alves De Lima
Telefone: 3550-6228 (RAMAL 8011)
igor.lima@bandeirante.df.gov.br
 
Assessoria Técnica (ASTEC)
Amílcar de Souza Peixoto
Telefone: 3550-6228 (RAMAL 8014)
amilcar.peixoto@bandeirante.df.gov.br
 
Ouvidoria
Cláudio Lopes
Cheure de Matos dos Santos
Telefone: 981991250 ou 3550-6228 (RAMAL 8009)
Canais de atendimento: 162  https://www.ouv.df.gov.br/#/ ou presencial
claudio.lopes@bandeirante.df.gov.br
 
Junta Militar
Gisele Graccino Ribeiro (Chefe)
Telefone: 99871-8061
Maria Cecillia Peixoto de Arruda 
Telefone: 99107-1637 ou 3550-6228 (RAMAL 8007)
gisele.ribeiro@bandeirante.df.gov.br
 
Coordenadora de Administração Geral (COAG)
Welby Dias de Oliveira
Telefone:  3550-6228 (RAMAL 8006)
welby.oliveira@bandeirante.df.gov.br
 
Gerência de Administração (GEAD)
Maria do Socorro
Telefone: 98164-4082 ou 3550-6228 (RAMAL 8012)
socorro.francawelby.oliveira@bandeirante.df.gov.br
 
Núcleo de Material e Patrimônio (NUMAP)
Manuel Alves dos Santos
Telefone:  99247-3570
Dayse Lima Carvalho
Telefone:  99944-6334 ou 3550-6228 (RAMAL 8016)
manoel.santos@bandeirante.df.gov.br
 
Núcleo de Informática (NUINF)
David Donizetti Da Silva
Telefone:  98180-3185
david.donizetti@bandeirante.df.gov.br
 
Núcleo de Protocolo e Arquivo (NUPA) 
Jean Damasceno de Oliveira 
Telefone: 98425-7173 ; 98199-1230 ou 3550-6228 (RAMAL 8010)
jean.damasceno@bandeirante.df.gov.br
 
Gerência de Pessoas (GEPES)
Fabiana Oliveira de Souza
Telefone:  3550-6228 (RAMAL 8008)
fabiana.souza@bandeirante.df.gov.br
 
Gerência de Orçamentos e Finanças (GEOFIN)
Fabrício Marques Rodrigues de Oliveira
Telefone:  3550-6228 (RAMAL 8011)
fabricio.rodrigues@bandeirante.df.gov.br
 
Coordenadora de Desenvolvimento (CODES)
Jefferson Rodrigo dos Santos
Telefone: 98558-9455, 99599-4605 ou 3550-6228 (RAMAL 8022)
jefferson.santos@bandeirante.df.gov.br
 
Diretoria de Articulação (DIART)
Luciano Leão Amaro da Silva
Telefone:  99655-7292
luciano.leao@bandeirante.df.gov.br
 
Gerência de Políticas Sociais (GEPOLIS)
Eduardo Ribeiro Machado
Telefone: 98526-3736 ou 3550-6228 (RAMAL 8019)
eduardo.machado@bandeirante.df.gov.br
 
Diretoria de Desenvolvimento, ordenamento territorial (DIDOT)
Dargleyciane Fabiana Batista Muizo
Telefone:  3550-6228 (RAMAL 8018)
dargleyciane.muzio@bandeirante.df.gov.br
 
Gerência de Gestão do Território (GEDEGEST)
Charles Pereira da Silva
Telefone: 98568-2249 ou 3550-6228 (RAMAL 8001)
charles.silva@bandeirante.df.gov.br
 
Gêrencia de Desenvolvimento Econômico (GEDEC)
Aracy Pereira Alves Santana
Telefone: 99186-5433 3550-6228 (RAMAL 8018)
joaquim.cunha@bandeirante.df.gov.br
 
Coordenadoria da Coordenação de Licenciamento Obras e Manutenção (COLOM)
Cassio Aviani Ribeiro
Telefone: 99987-8844 ou 3550-6228 (RAMAL 8020)
cassio.ribeiro@bandeirante.df.gov.br
 
Diretoria de Obras (DIROB)
Pedro Morais de Sant'Anna
Telefone: 99298-9406 ou 3550-6228 (RAMAL 8017)
pedro.morais@bandeirante.df.gov.br
 
Gerência de Execução de Obras (GEOB)
Wagner Xavier fdos Santos 
Telefone: 98199-1248 ou 3550-6228 (RAMAL 8017)
wagner.santos@bandeirante.df.gov.br
 
Gerência de Manutenção e Conservação (GEMAC)
Israel da Silva Araújo
Telefone:  99217-1193
israel.araujo@bandeirante.df.gov.br
 
Diretoria de Aprovação e Licenciamento (DIALIC)
Érika Vaz Nakahara
Telefone:  3550-6228 RAMAL 8003
erika.nakahara@bandeirante.df.gov.br
 
Gerência de elaboração e aprovação de projetos (GEAPRO)
Jhénefer de Oliveira Machado
Telefone: 98423-7221 ou 3550-6228 (RAMAL 8022)
jhenefer.machado@bandeirante.df.gov.br
 
Gerência de Licenciamento de Obras e Atividades Econômica (GELOAE)
Amadeu Ceciliano Junior
Telefone: 98592-5506 3550-6228 (RAMAL 8018)
carlos.albert@bandeirante.df.gov.br
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